Psicoterapia Reencarnacionista – Como aproveitar a encarnação

Postado por admin em 13/mar/2017 - Sem Comentários

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma moderna Escola psicológica, que agrega a Reencarnação e visa ajudar a todos nós a mudarmos a visão que a nossa persona (ego) tem da infância e da nossa vida.

Ela quer nos fazer encontrar a visão que o nosso Eu Divino e nossos Mentores Espirituais têm a esse respeito. É a base operacional da Psicoterapia Reencarnacionista, o que chamamos de “versão-persona” x “Versão-Espírito”. Sem essa mudança de visão, de interpretação, que damos à nossa infância e aos fatos da vida, não é possível realizar-se um tratamento com a Psicoterapia Reencarnacionista. É como entendermos a nossa vida depois de desencarnados, lá no Mundo Espiritual, olhando o Telão e comentando com os Orientadores, e isso, ser feito, aqui, enquanto estamos encarnados, é Psicoterapia Reencarnacionista.

Essa nova Psicoterapia trabalha em dois níveis:

  1. Básico – ajudar a pessoa a encontrar sua Personalidade Congênita (um padrão comportamental repetitivo) através das Regressões, nas várias encarnações que acessa durante o Tratamento e, com isso, encontrar sua proposta de Reforma Íntima. Ou seja, quais características inferiores do seu ego vêm tentando melhorar, desde as infantis, as adolescentes e as adultas inferiores, para, um dia, alcançar o grau final, o ego ancião.
  2. Avançado – colaborar para que ocorra a reintegração do ego ao Eu divino, a nossa verdadeira Essência.

Geralmente, o Tratamento inicia pelo nível básico e se a pessoa tem vontade, persistência e um verdadeiro desejo de evoluir, o Tratamento vai evoluindo para o nível avançado.

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma criação do Mundo Espiritual e começou a ser transmitida para Mauro Kwitko, médico homeopata, a partir de 1996, em Porto Alegre/RS, Brasil. Ela nasceu com a finalidade de trazer à Psicologia e à Psiquiatria uma possibilidade de expansão nunca antes imaginada. A Reencarnação e a atuação dos Espíritos obsessores poderá ser agregada aos conceitos tradicionais psicológicos e psiquiátricos, criando, assim, uma nova maneira de encarar os conflitos de todos nós e as doenças físicas, psicológicas e mentais.

Com a Reencarnação, a infância deixa de ser considerada o início da vida e passa a ser vista como a continuação de nossa vida eterna, a nossa família não é mais um conjunto de pessoas que se uniram ao acaso por laços afetivos e, sim, um agrupamento de Espíritos unidos por laços kármicos, as situações que vamos encontrando no decorrer da vida não são aleatórias e, sim, reflexos, consequências e decorrências de nossos atos passados, necessidades para nosso projeto evolutivo. E considerando que todos nós somos Espíritos, com graus diversos de evolução e intenção, uns inseridos dentro de um corpo físico, outros libertos desse arcabouço, sabemos que ao nosso redor existem bilhões de seres invisíveis com a capacidade de nos afetar, benéfica ou negativamente. E como afirma o Dr. Bezerra de Menezes em seu livro “A Loucura Sob Novo Prisma”, a maioria dos casos de doenças mentais são causados pela atuação de Espíritos desencarnados sobre os doentes. E podemos acrescentar a isso as consequências de nossas ações em encarnações passadas, que jazem escondidas dentro do nosso Inconsciente, e sintonias que, muitas vezes, ainda mantemos com situações do passado (com vidas passadas e com pós-vidas, incluindo passagens nossas pelo Umbral).

A Psicologia atual, herdeira de uma concepção religiosa não-reencarnacionista, enxerga nossa vida apenas desde a infância e, por isso, limita seu campo de ação a uma fração mínima da nossa existência. Trabalha com um conceito limitado que é a Formação da Personalidade pois afirma que não existíamos antes e, então, considera que nossas características de personalidade e nossos sentimentos inferiores originam-se lá no “início da vida”, pela conjunção de fatores genéticos, hereditários e ambientais. Tudo, obrigatoriamente originou-se lá, pois nada havia antes, mas e as nossas encarnações passadas? Na nossa vida encarnada anterior não tínhamos uma personalidade? Evidentemente que sim, então não é razoável e de bom senso pensar que somos a continuação daquele que fomos nessa vida anterior à atual? Isso derruba o conceito de Formação de Personalidade e cria um outro conceito, revolucionário, evolucionista, clarificador, o de Personalidade Congênita, um dos pilares básicos da Psicoterapia Reencarnacionista. E nossos familiares, nosso pai, nossa mãe, nossos irmãos e demais parentes? Dentro dos princípios reencarnacionistas sabemos que somos Espíritos ligados por cordões energéticos de afinidade e de divergência. Esses cordões é que regem a nossa aproximação e isso explica as simpatias e as antipatias entre familiares, até mesmo ódios e aversões. E por que nos aproximamos novamente? No caso da afinidade, para continuarmos juntos em um projeto de amizade, de um trabalho em conjunto; no caso da divergência, para fazermos as pazes, nos harmonizarmos, nos amarmos. E essa última questão é um dos principais assuntos nas consultas de Psicoterapia Reencarnacionista, quando tratamos conflitos entre pais e filhos, entre irmãos e outras pessoas que vamos encontrando durante a vida.

Agregando a Reencarnação à Psicologia, cria-se uma nova Psicologia, baseada na nossa vida eterna, na busca de evolução do nosso ego, o retorno à lembrança de nossa pureza original. Não somos mais pessoas, somos micro-partículas divinas (Espíritos) encarnadas, não somos homens e mulheres, estamos em corpos masculinos e femininos, não somos brancos ou negros, estamos em “cascas” de cor diferente, não somos judeus, árabes, brasileiros, argentinos, americanos, iraquianos, apenas encarnamos, dessa vez, nesses países. A Reencarnação, além da capacidade de expandir a Psicologia para o infinito, tem um enfoque social com o potencial de eliminar o racismo, os preconceitos, a desigualdade e a violência da face da Terra. Com a visão clarificada de que estamos em um local de passagem, com a finalidade de evoluirmos consciencialmente, as questões da vida terrena podem ser classificadas, didaticamente, em dois grupos: importantes e sem importância, com graduações entre elas. Devemos ter a capacidade de perceber o que pode nos auxiliar em nossa Missão pessoal e o que pode nos distrair dela. Mas, para isso, é de fundamental importância que cada um de nós saiba para o que reencarnou dessa vez. E isso não é tão difícil de perceber, basta enxergarmos as imperfeições e dificuldades do nosso personagem atual, os nossos conflitos com outras pessoas, as nossas tendências negativas, enfim, tudo o que nos traz desconforto e nos tira a paz.

CURSO DE FORMAÇÃO EM PSICOTERAPIA REENCARNACIONISTA E REGRESSÃO TERAPÊUTICA

Início em abril/2017 – Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador

Início em abril/2018 – Brasília e Recife

Informações: www.maurokwitko.com.br – Cursos – Quero me inscrever (antes veja os Critérios para inscrição)

Acesse também o Portal da nossa Associação: www.portalabpr.org

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